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Progressistas — jornalismo independente português
A AfD a «farmar aura» na Alemanha? Tudo é possível
No rescaldo de uma vitória da extrema-direita na região alemã de Saxónia-Anhalt, Cöbramor descobre que Albufeira e a Saxónia têm mais em comum do que parece.
Luca Argel: «É preciso pedir e sonhar coisas que parecem impossíveis»
O cantor lusobrasileiro vive em Portugal desde 2012, considera surreais os problemas na Habitação, identifica uma tentativa, a longo prazo, de privatização da Educação e da Saúde e sublinha a necessidade de se sonhar com coisas que parecem impossíveis.
Guerra no STF reseta a eleição brasileira e empata as chances de Lula e Flávio Bolsonaro
No Brasil, uma guerra aberta entre dois ministros do Supremo Tribunal Federal pôs um empate técnico entre Lula da Silva e Flávio Bolsonaro. Como aconteceu? E quem é Daniel Vorcaro, o ex-banqueiro que foi a primeira peça deste dominó?
Fascismo tecnológico
Uma entrevista a Gil Durán, ex-porta-voz de Kamala Harris e conhecedor dos meandros da política norte-americana. Na mesa, as ameaças à democracia, a elite tecnológica e o arranjinho entre as big tech e Trump. Um exclusivo da revista brasileira CartaCapital para Portugal.
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Fragmentos Alternativos
As palhaçadas da direita e da extrema-direita parecem-se cada vez mais com novelas turcas dobradas em castelhano e legendadas em português. E pelo meio, a música: um contraponto elétrico, uma orquestra autogerida e o minimalismo dos Telectu.
Maha Mamo: «Nenhuma pessoa deve passar trinta anos a lutar pelo direito de existir»
A discriminação não precisa só do ódio para acontecer: precisa da apatia
Onde estão as pessoas com deficiência e neurodivergentes na linha de frente das manifestações, nos órgãos de decisão e na construção das agendas progressistas? Há um privilégio na apatia.
«Só haverá Progressistas»: o Pacto da Granja de 1876
Uma praia em Vila Nova de Gaia. Um grupo de políticos que diziam não o ser. Um acordo que também não o foi. Assim nascia, há 150 anos, um Partido Progressista em Portugal.
Relações líquidas, sentimentos sólidos
Muitas relações começam hoje com pequenas leituras. Uma visualização, um atraso, uma fotografia publicada. Um corpo que se aproxima num dia e se afasta no outro. A intimidade tem uma nova gramática própria: «casual» ou mais um separador em aberto?
Tuvalu à espera
Longe das agendas políticas globais, Tuvalu procura garantir a sobrevivência para lá do seu território. Enquanto grande parte do mundo disputa terra, fronteiras e recursos com violência provocando deslocações massivas de populações, matando e destruindo possibilidades de sobrevivência, este pequeno país prepara-se para ser a primeira nação digital dum mundo em colapso: sem terra, sem fronteiras e sem recursos.
IA além do futurismo: Uma visão socio-ecológica para a Inteligência Artificial
O caminho da IA não está pré-determinado pelas gigantes tecnológicas, mas é um terreno em disputa. Na Europa, como podemos cumprir o progresso sem hipotecar o presente pelo caminho?
Francisco Ferreira e a «febre» dos centros de dados: «Estou moderadamente preocupado»
«Não é não» é sim. Também à corrupção?
Quem manda no jornalismo não são os jornalistas
Podemos fazer mil e uma conferências sobre o futuro dos media, podemos ter membros do governo a dizer que se preocupam com a classe jornalística, podemos fazer tudo e mais alguma coisa. Mas, enquanto a questão não for realmente atacada e o jornalismo não for valorizado da forma que realmente merece — com condições, com investimento e com exigência — tudo não passa de pequenas tentativas de atrasar a detonação evidente de uma verdadeira bomba-relógio.
Regresso às aulas... para quem?
Pagamos impostos suficientes para custear o acesso das nossas crianças à escola pública, não temos de ser obrigados a recorrer a instituições privadas para suprir as falhas que andam a impor à escola pública, numa política de desmantelamento dos serviços públicos essenciais do nosso país.
O silêncio sobre a pornografia
Não podemos deixar de refletir sobre as condições de produção da pornografia, que não raras vezes envolvem situações de coação e exploração; temos também de considerar as representações dominantes na pornografia; por último, devemos problematizar os impactos potenciais do consumo e da exposição repetida a estas imagens, discursos e representações.