Um ensaio sobre a reimaginação da política
Através dos passos de Hannah Arendt, andando pelo chão comum entre leituras e vivência, Beatriz Rey propõe um novo caminho para reimaginar a política.
Através dos passos de Hannah Arendt, andando pelo chão comum entre leituras e vivência, Beatriz Rey propõe um novo caminho para reimaginar a política.
Para habitar, para viver, para incluir. Um manifesto por menos cidades-montra e mais cidades-comunidade.
Especialista em pós-crescimento na Green European Foundation, Jamie Kendrick esteve em Portugal para falar sobre a Economia do Bem-Estar e os novos desafios aos progressistas do futuro.
Não há mesmo melhor memória que a de uma gargalhada. De um sorriso. Nosso ou de alguém que nos fosse querido. Infelizmente, crescemos e constatamos que nem toda a gente tem a mesma oportunidade para sorrir.
Sejamos honestos, os grandes problemas do dia a dia não se resolvem ao mexer na Constituição. O que preocupa as pessoas é o preço do supermercado, a renda que nunca baixa ou a consulta que nunca chega.
Publicamos o documento histórico em que Carolina Beatriz Ângelo garantiu o seu direito ao voto. A primeira mulher em Portugal, uma das primeiras na Europa.
Numa altura em que tanto se fala de uma revisão Constitucional, o que poderia ter para uma visão progressista? Susana Marques sugere: o acesso ao aborto seguro, o direito à morte assistida ou novas proteções no ambiente e mundo laboral.
Há palavras que nunca chegam vazias. Entram nas nossas conversas carregadas de distância, caricatura, suspeição e olhares de soslaio.
Homens, a manosfera diz-vos respeito a todos: é sobre vocês que falam os gurus da masculinidade. Nos palcos digitais, homens jovens reciclam discursos bolorentos, porque sabem que assim geram atenção. E atenção, no digital, gera lucro.
O crescente individualismo e a erosão do sentido de comunidade alimentam fenómenos como a polarização política, o crescimento da direita radical, a chamada crise desta mesma democracia liberal e o enfraquecimento dos laços de solidariedade.
Enquanto não forem tomadas medidas concretas que possam ajudar os cidadãos no acesso à habitação digna, o retrocesso à década de 90 será um dado adquirido.
A propósito do livro «O fim da vergonha», o cientista político fala com o Progressistas sobre a atualidade política, como proteger a democracia e a normalização da extrema-direita pelos partidos mainstream.