Jornalismo - presente com que futuro?
Se não há jornalismo sem democracia, também não há democracia sem uma imprensa livre e independente. Num contexto de desinformação, desconfiança social e apatia política, o que pode o jornalismo?
Se não há jornalismo sem democracia, também não há democracia sem uma imprensa livre e independente. Num contexto de desinformação, desconfiança social e apatia política, o que pode o jornalismo?
Especialista em pós-crescimento na Green European Foundation, Jamie Kendrick esteve em Portugal para falar sobre a Economia do Bem-Estar e os novos desafios aos progressistas do futuro.
Numa altura em que tanto se fala de uma revisão Constitucional, o que poderia ter para uma visão progressista? Susana Marques sugere: o acesso ao aborto seguro, o direito à morte assistida ou novas proteções no ambiente e mundo laboral.
Há palavras que nunca chegam vazias. Entram nas nossas conversas carregadas de distância, caricatura, suspeição e olhares de soslaio.
Espaços de resistência simbólica. Uma prática cultural de capacitação individual. Nos clubes de leitura feminista, acontece muito mais que a análise de um livro. A Ana Mateus leva-nos a estas comunidades de partilha, aceitação e emancipação.
As desigualdades que marcam a vida das pessoas com deficiência não resultam diretamente da sua condição corporal. Resultam de escolhas políticas, económicas e sociais.
Homens, a manosfera diz-vos respeito a todos: é sobre vocês que falam os gurus da masculinidade. Nos palcos digitais, homens jovens reciclam discursos bolorentos, porque sabem que assim geram atenção. E atenção, no digital, gera lucro.
O crescente individualismo e a erosão do sentido de comunidade alimentam fenómenos como a polarização política, o crescimento da direita radical, a chamada crise desta mesma democracia liberal e o enfraquecimento dos laços de solidariedade.
Enquanto não forem tomadas medidas concretas que possam ajudar os cidadãos no acesso à habitação digna, o retrocesso à década de 90 será um dado adquirido.
A propósito do livro «O fim da vergonha», o cientista político fala com o Progressistas sobre a atualidade política, como proteger a democracia e a normalização da extrema-direita pelos partidos mainstream.
Para o jornalista, quando se fala de uma possível revisão constitucional, o mais preocupante «são os ataques que recuperam tentativas do governo de Pedro Passos Coelho de fazer tábua rasa dos direitos sociais».
Em reação a um artigo de Ascenso Simões, a deputada Eva Cruzeiro escreve sobre os movimentos anti-direitos LGBTQIA+ e desmonta a sua estratégia de normalização de um discurso «intelectualmente disfarçado e socialmente legitimado.»