Bate, bate coração
A demagogia e a manipulação, usadas por movimentos e partidos políticos ditos pró-vida para aumentar os entraves à realização de interrupções voluntárias da gravidez, estão a atingir proporções descontroladas.
A demagogia e a manipulação, usadas por movimentos e partidos políticos ditos pró-vida para aumentar os entraves à realização de interrupções voluntárias da gravidez, estão a atingir proporções descontroladas.
O cantor lusobrasileiro vive em Portugal desde 2012, considera surreais os problemas na Habitação, identifica uma tentativa, a longo prazo, de privatização da Educação e da Saúde e sublinha a necessidade de se sonhar com coisas que parecem impossíveis.
Os apátridas podem requerer estatuto em Portugal desde 1 de setembro. Boa altura para a conversa com Maha Mamo, que relata a sua própria experiência como ex-apátrida e o trabalho que tem desenvolvido nesta área.
Pagamos impostos suficientes para custear o acesso das nossas crianças à escola pública, não temos de ser obrigados a recorrer a instituições privadas para suprir as falhas que andam a impor à escola pública, numa política de desmantelamento dos serviços públicos essenciais do nosso país.
De janeiro a junho de 2026, «28 reclusos já morreram nas prisões portuguesas». Apenas seis desses casos foram investigados pela PJ. A morte de mais uma pessoa em Vale de Judeus é sintoma de um Estado desenhado para falhar aos explorados.
Será a festa o melhor antídoto para a extrema-direita? Enquanto os movimentos conservadores apertam o seu domínio sobre a política europeia e procuram capturar a cultura, um contraciclo de «Artivistas» emerge para reinspirar a Europa.
Mais do que uma opinião, esta é uma saudação a quem todos os dias trabalha para fazer cumprir a justiça. Com limpidez, civismo e uma constante proteção da autonomia e da liberdade.
The Sting («A Golpada», como foi conhecido em Portugal) é um produto cinematográfico hollywoodesco, de meados da década de 70 do século passado (1973, para ser mais exacto), que foi um grande êxito de bilheteira («arrecadou» mais de 150 milhões de dólares nos EUA, nada mau para uma produção de 5 a 6 milhões) e que ficou conhecido por um tema musical, The Entertainer, de um compositor e pianista de...
Olhando em perspectiva, nunca vivemos melhor no planeta. Ainda assim, parece, estamos dispostos a arriscar parte dessas conquistas por uma ideia caduca de pátria e identidade. Não há um qualquer passado glorioso para o qual devamos querer voltar. Esse passado nunca existiu – não para a expressiva maioria de nós.
As desigualdades que marcam a vida das pessoas com deficiência não resultam diretamente da sua condição corporal. Resultam de escolhas políticas, económicas e sociais.
No reino trumpiano há um princípio: um acordo nunca é respeitado. E não estou a referir-me às palhaçadas das negociações com o Irão, ou à palhaçada das taxas. Ou à americanização da ilusão bolivariana, que submeteu os seguidores de Bolívar aos interesses da Casa Branca e dos capitalistas texanos. Não. Estou a falar de um acordo nuclear entre os trumpianos EUA e a petromonarquia da Arábia Saudita. Acontece que Trump suspendeu o acordo.
Vamos ver o que está mais do que à vista ou vamos continuar a fazer de conta que não vemos, reforçando e celebrando a ocupação do Saara Ocidental, a troco de cinema, futebol e turismo, todos bem enrolados no imprescindível pôr do sol?