O «coach» por trás de Flávio Bolsonaro
No primeiro debate da segunda volta, o candidato da direita brasileira recebeu instruções de Pablo Marçal, o influenciador declarado inelegível por abuso de poder eleitoral.
No primeiro debate da segunda volta, o candidato da direita brasileira recebeu instruções de Pablo Marçal, o influenciador declarado inelegível por abuso de poder eleitoral.
Como candidato a Presidente do Brasil, [Flávio Bolsonaro] revelou-se um excelente bobo da corte americana. Uma democracia vive do direito de quem pergunta e do dever de quem responde, e no passado domingo só um dos dois pareceu lembrar-se desse dever.
O Porto assistiu a uma das mais incríveis demonstrações de solidariedade, não só condenando a violência da madrugada anterior, mas principalmente lutando por uma causa comum, pelo direito fundamental a ter uma habitação, pela segurança das nossas vidas.
Continuamos a falar da violência policial como se não fosse normativa em vez de excepcional. Até hoje, nada de novo.
O capitalismo actual convive com a percepção (as percepções e palpites com que o governo AD gere o estado da Nação, por exemplo) do cancelamento do futuro, mito assente na inviabilidade de outro modelo social e de outras políticas económicas.
Nesta entrevista, Hugo Gonçalves viaja pelo universo do mais recente romance, O Império do Fim, mas também pela atualidade social e política.
O tamanho da conta bancária não dá o direito a ninguém de se pôr à frente do grupo em que está inserido nem de prejudicar aquele em prol do gáudio individual.
Quando partidos, financiadores e imprensa subestimam a determinação de quem tem o poder, acreditam que é possível controlar o incontrolável e se aliam ao autoritarismo para atingir seus objetivos, quando a política deixa de ser o lugar do equilíbrio e cede à arrogância tecnocrática, aos interesses privados ou às rivalidades egocêntricas, é quando as democracias morrem.
Na cabeça da direita, nada de saúde pública, nem de regular publicidade do jogo, nada de reforçar os mecanismos de proteção dos jogadores, ou de impor regras na promoção de jogos, ou de reforçar a autoexclusão, muito menos os limites dos depósitos, ou de pausas obrigatórias durante os jogos
Não é um acaso que a derrapagem acelerada da política para a extrema-direita coincida com a predisposição dos algoritmos nesse mesmo sentido. É agora claro como é parte de uma estratégia concertada onde Musk e Zuckerberg trabalham para distorcer a nossa percepção da realidade.
Acompanhar as eleições brasileiras de 2026, sobretudo estando fora do Brasil, tem sido um exercício de atenção permanente. Talvez porque, de longe, a política brasileira pareça ainda mais concentrada na figura de quem ocupa, ou pretende ocupar, o Palácio do Planalto. Mas, em outubro, o país não escolherá apenas o seu próximo presidente: elegerá também governadores, senadores, deputados federais e...
O verdadeiro drama social é ter as associações de moradores excluídas do conselho municipal de habitação, no qual estão representados os construtores civis, os agentes imobiliários e os proprietários.