Também tu podes sorrir
Não há mesmo melhor memória que a de uma gargalhada. De um sorriso. Nosso ou de alguém que nos fosse querido. Infelizmente, crescemos e constatamos que nem toda a gente tem a mesma oportunidade para sorrir.
Não há mesmo melhor memória que a de uma gargalhada. De um sorriso. Nosso ou de alguém que nos fosse querido. Infelizmente, crescemos e constatamos que nem toda a gente tem a mesma oportunidade para sorrir.
Sejamos honestos, os grandes problemas do dia a dia não se resolvem ao mexer na Constituição. O que preocupa as pessoas é o preço do supermercado, a renda que nunca baixa ou a consulta que nunca chega.
Há palavras que nunca chegam vazias. Entram nas nossas conversas carregadas de distância, caricatura, suspeição e olhares de soslaio.
Espaços de resistência simbólica. Uma prática cultural de capacitação individual. Nos clubes de leitura feminista, acontece muito mais que a análise de um livro. A Ana Mateus leva-nos a estas comunidades de partilha, aceitação e emancipação.
As desigualdades que marcam a vida das pessoas com deficiência não resultam diretamente da sua condição corporal. Resultam de escolhas políticas, económicas e sociais.
Homens, a manosfera diz-vos respeito a todos: é sobre vocês que falam os gurus da masculinidade. Nos palcos digitais, homens jovens reciclam discursos bolorentos, porque sabem que assim geram atenção. E atenção, no digital, gera lucro.