Por uma cultura da preguiça
O lazer é fundamental para a Cultura da Preguiça. É a recusa geral da chatice. Rui Peralta traz uma ode ao ócio (e quatro grandes canções para apurar a tua preguiça).
Nasceu a 5 de Agosto de 1961, no meio de um jogo de cartas, em Alcântara. Depois, até hoje, anda por aí, por aqui, por ali e por lá.
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O lazer é fundamental para a Cultura da Preguiça. É a recusa geral da chatice. Rui Peralta traz uma ode ao ócio (e quatro grandes canções para apurar a tua preguiça).
Em França, a festa de um grande dia inclusivo, em que todos os que vierem por bem são bem-vindos (como cantava o Zeca). Pela Europa e na Arrábida, inquietação.
Na Berlim de 1928, Brecht e Weill estreiam a Ópera dos Três Vinténs. Segundo as crónicas da época, a sala estava cheia. Tão cheia como cheios estamos, hoje, do Luís.
O que têm em comum (ou de tão diferente) o pacote laboral do Governo e «Prometeo», obra icónica do compositor italiano Luigi Nono? Esta é uma viagem na nostalgia pelo futuro.
O que têm em comum Sonny Rollins e uma peculiar experiência política na cidade de Rijeka em 1920? A resposta surge neste passeio de compasso ritmado pela música como barricada política.