Egoístas nas tendas, polícias de vendas, rentistas nas vivendas e fascistas com agendas
Continuamos a falar da violência policial como se não fosse normativa em vez de excepcional. Até hoje, nada de novo.
Continuamos a falar da violência policial como se não fosse normativa em vez de excepcional. Até hoje, nada de novo.
Se o plenário não decidir os casos dos julgamentos interrompidos antes do segundo turno, a eleição terá sido arbitrada, em grande parte, por um único ministro e o campo estará inclinado a favor de um dos lados.
Nesta entrevista, Hugo Gonçalves viaja pelo universo do mais recente romance, O Império do Fim, mas também pela atualidade social e política.
Não habitamos por construirmos, pelo contrário, construímos porque somos seres que habitam. Habitar é ter um lugar no mundo. Perder casa, perder esse espaço que habitamos, é ser condenado ao exílio forçado, é ser excluído da mais elementar qualidade de Ser.
Na cabeça da direita, nada de saúde pública, nem de regular publicidade do jogo, nada de reforçar os mecanismos de proteção dos jogadores, ou de impor regras na promoção de jogos, ou de reforçar a autoexclusão, muito menos os limites dos depósitos, ou de pausas obrigatórias durante os jogos
Se a lei é implacável com uma falha burocrática ou contabilística de uma força menor, porque é que treme nas pernas quando o infrator é o Chega?
Uma declaração de voto de Martha Medeiros, que vota «em qualquer um que, em vez de ser um entreguista lambe-botas, defende nossa independência e democracia, em vez de tratar o Brasil como sucursal dos Estados Unidos.»
A confiança no STF está em queda: a desconfiança na Corte está em 56%, mais alta que a rejeição ao Congresso ou à presidência. A vitória de Lula da Silva ou Flávio Bolsonaro pode muito bem passar por aqui.
No Brasil, uma guerra aberta entre dois ministros do Supremo Tribunal Federal pôs um empate técnico entre Lula da Silva e Flávio Bolsonaro. Como aconteceu? E quem é Daniel Vorcaro, o ex-banqueiro que foi a primeira peça deste dominó?
A demagogia e a manipulação, usadas por movimentos e partidos políticos ditos pró-vida para aumentar os entraves à realização de interrupções voluntárias da gravidez, estão a atingir proporções descontroladas.
Os apátridas podem requerer estatuto em Portugal desde 1 de setembro. Boa altura para a conversa com Maha Mamo, que relata a sua própria experiência como ex-apátrida e o trabalho que tem desenvolvido nesta área.
Pagamos impostos suficientes para custear o acesso das nossas crianças à escola pública, não temos de ser obrigados a recorrer a instituições privadas para suprir as falhas que andam a impor à escola pública, numa política de desmantelamento dos serviços públicos essenciais do nosso país.