O «coach» por trás de Flávio Bolsonaro
No primeiro debate da segunda volta, o candidato da direita brasileira recebeu instruções de Pablo Marçal, o influenciador declarado inelegível por abuso de poder eleitoral.
No primeiro debate da segunda volta, o candidato da direita brasileira recebeu instruções de Pablo Marçal, o influenciador declarado inelegível por abuso de poder eleitoral.
Como candidato a Presidente do Brasil, [Flávio Bolsonaro] revelou-se um excelente bobo da corte americana. Uma democracia vive do direito de quem pergunta e do dever de quem responde, e no passado domingo só um dos dois pareceu lembrar-se desse dever.
Se o plenário não decidir os casos dos julgamentos interrompidos antes do segundo turno, a eleição terá sido arbitrada, em grande parte, por um único ministro e o campo estará inclinado a favor de um dos lados.
Nesta entrevista, Hugo Gonçalves viaja pelo universo do mais recente romance, O Império do Fim, mas também pela atualidade social e política.
Flávio Bolsonaro sai na frente, e o PL elege a maior bancada desde 1988. Se o pluralismo encolher, o que sobra não é outro tipo de democracia.
Evangélicos vs. católicos: uma campanha para retirar Nossa Senhora Aparecida de padroeira do Brasil causou mais uma reviravolta nas eleições. A cerca de uma semana da votação, as campanhas acendem.
Não é um acaso que a derrapagem acelerada da política para a extrema-direita coincida com a predisposição dos algoritmos nesse mesmo sentido. É agora claro como é parte de uma estratégia concertada onde Musk e Zuckerberg trabalham para distorcer a nossa percepção da realidade.
Acompanhar as eleições brasileiras de 2026, sobretudo estando fora do Brasil, tem sido um exercício de atenção permanente. Talvez porque, de longe, a política brasileira pareça ainda mais concentrada na figura de quem ocupa, ou pretende ocupar, o Palácio do Planalto. Mas, em outubro, o país não escolherá apenas o seu próximo presidente: elegerá também governadores, senadores, deputados federais e...
Sem debates marcados e sem escrutínio da imprensa, o eleitor brasileiro irá às urnas sem saber ao certo em que programa está a votar. E o vencedor sairá livre de qualquer promessa a cumprir.
Uma declaração de voto de Martha Medeiros, que vota «em qualquer um que, em vez de ser um entreguista lambe-botas, defende nossa independência e democracia, em vez de tratar o Brasil como sucursal dos Estados Unidos.»
A desigualdade económica entre as nações já foi muito menor do que agora. O que têm a globalização e o capitalismo de vigilância a ver com tudo isto?
O Carnaval de Notting Hill e as muito criticáveis teorias do filósofo John Locke. Uma banda rock 100% feminina do Afeganistão e o silêncio de John Cage. A música, sempre a música, a música e qualquer coisa. A que nos referimos quando falamos de música?