Dos desertos e das praias como bens comuns
As lutas dos povos do Saara contra o cerco a que são sujeitos. A privatização e exclusão de acesso às praias na Arrábida. Bandas tuaregues e Thelonious Monk. Têm mais em comum do que parecem.
As lutas dos povos do Saara contra o cerco a que são sujeitos. A privatização e exclusão de acesso às praias na Arrábida. Bandas tuaregues e Thelonious Monk. Têm mais em comum do que parecem.
O caminho da IA não está pré-determinado pelas gigantes tecnológicas, mas é um terreno em disputa. Na Europa, como podemos cumprir o progresso sem hipotecar o presente pelo caminho?
O cantor lusobrasileiro vive em Portugal desde 2012, considera surreais os problemas na Habitação, identifica uma tentativa, a longo prazo, de privatização da Educação e da Saúde e sublinha a necessidade de se sonhar com coisas que parecem impossíveis.
Será a festa o melhor antídoto para a extrema-direita? Enquanto os movimentos conservadores apertam o seu domínio sobre a política europeia e procuram capturar a cultura, um contraciclo de «Artivistas» emerge para reinspirar a Europa.
Uma análise a mais de 770.000 podcasts e vídeos conclui que estamos a começar a falar no estilo do ChatGPT. O que distingue os humanos da inteligência artificial? A autora alemã Nina George procura a resposta.
90% dos bombeiros portugueses são voluntários. Enquanto o país arde e o país investe na profissionalização de imensas áreas, há milhares de pessoas voluntárias a enfrentar as chamas com um elevado custo pessoal e até financeiro.
Há anos que, em Covas do Barroso, a população luta contra a exploração de lítio a céu aberto. Nesta aldeia, a tensão entre um Património Agrícola Mundial e uma «transição verde justa» vive-se todos os dias. Este é o olhar de dois jornalistas italianos sobre o Barroso.
Olhando em perspectiva, nunca vivemos melhor no planeta. Ainda assim, parece, estamos dispostos a arriscar parte dessas conquistas por uma ideia caduca de pátria e identidade. Não há um qualquer passado glorioso para o qual devamos querer voltar. Esse passado nunca existiu – não para a expressiva maioria de nós.
A ciência é o maior projeto colaborativo da humanidade. Como podemos colocá-la ao serviço de um novo olhar sobre a economia? A resposta pode estar no cooperativismo.
Para dar esperança e motivação às pessoas, não basta dizer-lhes onde estão erradas. É necessário compreender o que as levou até ali, que segurança encontram nessa leitura do mundo e que futuro lhes podemos oferecer para que a abandonem sem sentirem que perdem tudo com ela.
Em França, a festa de um grande dia inclusivo, em que todos os que vierem por bem são bem-vindos (como cantava o Zeca). Pela Europa e na Arrábida, inquietação.
O presidente da ZERO, uma das maiores ONG ambientais do país, fala sobre a moda em torno da IA e dos centros de dados ou como nos adaptarmos a ondas de calor. E ainda analisa a qualidade do ar para políticas ambientais no Parlamento, onde «já se respirou melhor».