Bate, bate coração
A demagogia e a manipulação, usadas por movimentos e partidos políticos ditos pró-vida para aumentar os entraves à realização de interrupções voluntárias da gravidez, estão a atingir proporções descontroladas.
A demagogia e a manipulação, usadas por movimentos e partidos políticos ditos pró-vida para aumentar os entraves à realização de interrupções voluntárias da gravidez, estão a atingir proporções descontroladas.
O cantor lusobrasileiro vive em Portugal desde 2012, considera surreais os problemas na Habitação, identifica uma tentativa, a longo prazo, de privatização da Educação e da Saúde e sublinha a necessidade de se sonhar com coisas que parecem impossíveis.
De janeiro a junho de 2026, «28 reclusos já morreram nas prisões portuguesas». Apenas seis desses casos foram investigados pela PJ. A morte de mais uma pessoa em Vale de Judeus é sintoma de um Estado desenhado para falhar aos explorados.
Muitas relações começam hoje com pequenas leituras. Uma visualização, um atraso, uma fotografia publicada. Um corpo que se aproxima num dia e se afasta no outro. A intimidade tem uma nova gramática própria: «casual» ou mais um separador em aberto?
Lutamos diariamente para que o autismo seja aceite e a neurodivergência normalizada na nossa sociedade, para que não haja a distinção tão violenta entre o nós e o eles.
Para dar esperança e motivação às pessoas, não basta dizer-lhes onde estão erradas. É necessário compreender o que as levou até ali, que segurança encontram nessa leitura do mundo e que futuro lhes podemos oferecer para que a abandonem sem sentirem que perdem tudo com ela.
Num jardim bem aromático do Porto, Byung-Chul Han tirou a tarde para desafiar Nietzsche, a liberdade, a sustentabilidade e alguns médicos. E, quem sabe, talvez saia do Porto com inspiração para escrever «A Sociedade da Incompetência».
Na Berlim de 1928, Brecht e Weill estreiam a Ópera dos Três Vinténs. Segundo as crónicas da época, a sala estava cheia. Tão cheia como cheios estamos, hoje, do Luís.
Não há mesmo melhor memória que a de uma gargalhada. De um sorriso. Nosso ou de alguém que nos fosse querido. Infelizmente, crescemos e constatamos que nem toda a gente tem a mesma oportunidade para sorrir.
Numa altura em que tanto se fala de uma revisão Constitucional, o que poderia ter para uma visão progressista? Susana Marques sugere: o acesso ao aborto seguro, o direito à morte assistida ou novas proteções no ambiente e mundo laboral.