Viva!
O Progressistas.pt não vacila, nem gagueja na defesa intransigente dos Direitos Humanos. Recuar não é opção neste domínio essencial da vida de todos nós.
É, por isso, fundamental identificar e desmascarar quem por aí anda, como sempre, à procura de iludir incautos/as com retórica que tresanda a falácia. Com a caça ao voto e a sede de poder como únicos objetivos e o mesmo vazio de ideias de sempre e para sempre; a mesma ausência de convicções que medra como o mais comum dos parasitas, vulgo vendedor de banha da cobra.
A apatridia atinge 4,5 milhões de pessoas em todo o mundo, segundo os dados mais recentes do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR). Em Portugal, o número permanece incerto e, até há pouco tempo, não havia legislação específica.
Maha Mamo, que conheceu essa condição de apátrida, tal como os irmãos, empenhou-se em busca de soluções para os seus casos e, depois de as encontrar, nunca mais deixou de falar ao mundo sobre essa causa. Agora que será possível a qualquer apátrida no país requerer esse estatuto, Mamo não esquece os efeitos da sua passagem por Portugal em 2023 e, em entrevista por e-mail com Paulo Jorge Pereira, sintetiza o que tem sido, mas também o que será, o percurso de vida:
A minha vida foi marcada por três etapas: existir, pertencer e contribuir. Agora, a minha responsabilidade é contribuir para que nenhuma pessoa precise de passar trinta anos a lutar simplesmente pelo direito de existir.
O assunto de Hugo Filipe Lopes aka Cöbramor é outro, embora permaneça nos trilhos dos Direitos Humanos a propósito de um anunciado movimento feminino retrógrado, bafiento e com cheiro a mofo:
Quando a única ideologia restante é a economia, os ideais contraditórios são incorporados passivamente, permitindo a existência de fenómenos como o feminismo invertido de Rita Matias, reclamando a submissão como escolha e substituindo o carácter colectivo pela decisão individual.
Rui Peralta começa pela realidade internacional e conclui na portuguesa, não perdendo pelo caminho a habitual ponte musical. Nem esquecendo que, quando se trata de Habitação, como em muitos outros casos, apesar de ser um Direito Humano, consagrado na Constituição, quem manda olha noutras direções e com conveniências bem diferentes:
É um direito atirado para o limbo do esquecimento eterno e o actual Executivo está mais interessado em garantir as dinâmicas de mercado, e assegurar os sagrados direitos dos proprietários, do que em arranjar uma solução adequada e respeitar a Constituição.
Outra preocupação é a de Rafaela Lacerda: as dificuldades dos alunos com necessidades educativas especiais, no contexto do rocambolesco processo do regresso às aulas e dos prejuízos causados aos estudantes por um Ministro inapto, inepto e incapaz.
Além de tudo o que o regresso às aulas acarreta, entre gastos e logística, as famílias ainda têm de gerir a falta de vagas nas escolas. Se, para um aluno do ensino regular, isto é um entrave, para os alunos com necessidades educativas especiais (NEE), este cenário é ainda pior.
Como sempre, há muitos outros artigos no Progressistas.pt para ler, ver, descobrir e divulgar.
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Até breve!